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Não tome remédio antes de ir a um médico

Doença de Parkinson. Uso Oral.

A carbidopa é um análogo hidrazínico de levodopa, inibidor da descarboxilase de L-aminoácidos aromáticos. A carbidopa inibe a descarboxilação periférica da levodopa, retardando assim sua conversão a dopamina nos tecidos extracerebrais. Tem como resultado um aumento da disponibilidade de levodopa para seu transporte ao cérebro, onde sofre descarboxilação a dopamina. A levodopa é um precursor da dopamina. A pequena dose que atravessa a barreira hematoencefálica se descarboxila a dopamina. Estimula os receptores dopaminérgicos nos gânglios basais e melhora o equilíbrio entre a atividade colinérgica e a dopaminérgica, o que melhora a modulação dos impulsos nervosos voluntários transmitidos ao córtex motor.

Indicações: Parkinsonismo idiopático, pós-encefalítico ou sintomático. Esta associação permite conseguir alívio sintomático com uma dose menor de levodopa do que com levodopa isoladamente.

Contraindicações: A relação risco-benefício deve ser avaliada na presença de asma brônquica, enfisema e outras doenças pulmonares graves; doença cardiovascular grave, antecedentes de distúrbios convulsivos, diabetes mellitus, glaucoma de ângulo fechado, disfunção hepática ou renal, melanoma, antecedentes de úlcera péptica, estados psicóticos, gravidez e lactação.

Precauções: A eficácia máxima da medicação pode não aparecer durante várias semanas após o início do tratamento. Os diabéticos devem ter cautela com os testes de glicosúria ou cetonúria, posto que podem interferir na sua leitura. Não foram realizados estudos adequados em menores de 18 anos e, portanto, não é recomendada sua administração a eles. Os efeitos colaterais psíquicos, tais como ansiedade, confusão ou nervosismo, são mais comuns em pacientes de idade mais avançada que recebem outra medicação antiparkinsoniana.

Efeitos colaterais: Os pacientes que recebem esta medicação por um ou vários anos podem apresentar acinesia inesperada, tremor e rigidez repentinos, assim como o fenômeno on-off. São de incidência mais freqüente: depressão mental, alterações no estado de ânimo, como comportamento agressivo. Movimentos incontrolados do corpo; estão, em geral, relacionados com a dose. De incidência menos freqüente: micção dificultada, enjôos, arritmias, náuseas ou vômitos graves ou contínuos. Raramente se observa hipertensão, cansaço ou debilidade não-habituais.

Atenção: O uso de qualquer medicamento só deve ser feito por recomendação e orientação de um médico, essas informações são de caráter meramente educativos e não substituem em hipótese alguma a avaliação de um especialista médico.

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