Impotência Sexual ou Disfunção Erétil – Cid 10: F52

Também chamada de disfunção erétil (DE), caracteriza-se pela dificuldade do homem em obter e/ou manter a ereção do pênis, a fim de conseguir a penetração vaginal. Pode surgir isoladamente ou associada à inibição da libido (perda do desejo sexual) ou a dificuldades ejaculatórias, entre as quais a mais comum é a ejaculação prematura (ver no “Guia de Doenças” texto sobre “Ejaculação Prematura”). Autores norte americanos estimam que cerca de 15% dos homens de seu país apresentam algum tipo de disfunção sexual. A impotência sexual é uma situação dramática, mas é importante saber que o médico tem condições de indicar o melhor tratamento e que, se um deles falhar, sempre existe outros que podem funcionar.

Não é contagioso

Antes de oferecer a melhor opção de tratamento para o seu problema, é necessário diagnosticá-lo corretamente. Exame físico completo que pode incluir: • Uma história clínica e sexual minuciosa. • Exame do tecido esponjoso do pênis. • Exame do fluxo sanguíneo no pênis através de ecografia Doppler. • Rigidometria axial e radial. • Estudo das fibras nervosas através de bioestesiometria. Estes procedimentos são indolores e permitirão ao médico diagnosticar a causa e a magnitude do problema, para então lhe oferecer as opções de tratamento mais convenientes.

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Dentre os sinais e sintomas da impotência sexual, destacam-se: Redução do tamanho e da rigidez peniana Incapacidade de obter e manter a ereção Redução dos pelos corporais Atrofia ou ausência testicular Pênis deformado Doença vascular periférica Neuropatia (distúrbio das funções do sistema nervoso). É importante ressaltar que apenas o envelhecimento não constitui uma causa de impotência.

O tipo de tratamento depende da sua causa e do estilo de vida do indivíduo. Após ser detectada a impotência sexual através de um diagnóstico clínico, existirão vários recursos para tratamento. Dentre esses recursos, tem-se: psicoterapia, reposição hormonal após os 45 anos de idade, auto injeção, prótese, géis e cremes e enrijecimento por sucção.

A manutenção da função e da potência sexual depende basicamente da saúde física e da educação sexual. A prática regular de exercícios físicos, a renúncia ao álcool, ao fumo e às drogas e o controle atento do colesterol, das triglicérides e da glicemia (no caso de diabéticos) ajudam a preservar os nervos, as artérias e todos os mecanismos envolvidos na ereção. Outra aliada da prevenção é a educação sexual, ou melhor, o conhecimento do sexo. Ter informação correta a respeito do tema é a melhor maneira de evitar problemas nesta área. A vida sexual fica bem mais fácil quando se tem consciência dos efeitos da ansiedade sobre a ereção, ou quando se sabe que a sexualidade não se encerra – mas apenas se transforma – com a chegada dos anos.

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